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terça-feira, 6 de setembro de 2011

1º Andar



Estava fazendo as contas hoje enquanto passava minha mais de hora de ônibus para vir trabalhar e cheguei à seguinte conclusão: morar no 1º andar de um prédio com elevador não é muito legal.
Estou a 03 anos morando em um condomínio onde mal conheço os vizinhos do andar. Isso é péssimo. Até sei quem são, mas os nomes de todos? No máximo o time de futebol que um deles torce.
Mas também, o que poderia fazer? Quando decidimos comprar, na localização dele, só tinha o primeiro andar.
                Daí você deve estar se perguntando o que o andar tem com o fato de não se conhecer quase ninguém, e muito menos conversar por algum tempo com seus vizinhos da vertical. É simples: o elevador é o culpado de tudo.
                Imagine que eu pego o elevador no térreo e desço no primeiro andar. Não dá tempo de manter um contato, uma relação. No máximo consigo ser cordial e fazer uma piadinha rápida sobre futebol, se meu “acompanhante” estiver vestindo algum manto.
                Nossa, imagine então se eu consigo jogar charme e paquerar o gato do 9º andar!? Claro que não. Uma única vez, na maior cara lisa desse mundo, eu perguntei “como é seu nome mesmo?”. Mesmo? Mesmo? Sério, mesmo?! Eu nunca soube o nome dele, como então eu falo a palavra “mesmo”??? É uma cara lisa a minha que às vezes até eu me assusto. Bem, nem me lembro o nome dele mais. Só sei que ele não usa aliança (e homens, não achem que nós mulheres não estamos ligadas nos dedos das suas mãos).
                Outro fator que me leva a não curtir muito o 1º andar é que, qualquer festinha, brincadeira e algazarra no térreo, o barulho entra todinho pela varanda. Ou seja, não há filme que resista aos aniversários com palhaços e suas músicas de Trio da Huana que teimam em tocar no mais alto som possível.       
Tudo bem, não serei tão cruel com o meu andar. Um dia desses os dois elevadores do prédio quebraram. E foi em véspera de feriado que juntava com o final de semana, ou seja, foram uns 5 dias sem elevadores. Para mim não fez muita diferença, pois o lance de escadas para subir ou descer era pequenininho. Tive foi pena do pessoal do 11º mesmo!! Risos!
Ah, é importante frisar que existem as reuniões de condomínio onde todos se encontram. Mas, sinceramente?! Fazer amizade enquanto se discute sobre, geralmente, gastos, não é muito legal.
O melhor seria organizar uma confraternização no prédio. Acho que vou jogar essa ideia na reunião que terá hoje. Isso se eu conseguir me fazer presente, claro! Mas seria uma boa, são 03 anos de aniversário que o prédio fez e até agora muita gente ali não se conhece.
Tá aí: de um post surgiu uma ideia que tentarei fazer valer aqui no meu espaço! E se você sente que seu prédio também sofre com esses problemas, lance também essa sugestão na sua reunião e depois nos conte. Eu contarei minha experiência aqui, se conseguir chegar hoje a tempo da reunião!
Bem, espero em breve poder colocar meus pés no carpete lá da porta de casa e soltar um breve suspiro com som de “home sweet home”!!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Paquera e Futebol!


Quantas vezes já escutamos falar que mulher não entende nada de futebol?! Inúmeras! São muitos os homens que, com seus pensamentos machistas, afirmam que futebol é coisa de macho e que o único papel da mulher em dia de jogo é ficar na cozinha preparando os aperitivos e trazendo a cerveja para o maridão que está lá como uma estátua assistindo a partida.
Galera, acorda!! Mulher pode muito bem entender, gostar, assistir e jogar futebol. Diria até que, entendendo sobre este assunto, usamos até nas horas da paquera. Tem coisa pior do que aquela falta de assunto quando você deveria estar conversando e entretendo, com palavras, o carinha que está ao seu lado?!
Algo que percebi nesses meus recentes anos de pouco entendimento de futebol é que, usando as palavras certas e medindo o teor das brincadeiras quando seu paquera não é torcedor do mesmo time que o seu, você, mulher, poderá obter atenção redobrada e um bom tempo de conversa com aquela gracinha que você estava de olho.
Estou falando sério! Já utilizei essa técnica tanto para puxar um assunto quando não sabia o que falar, como para iniciar uma paquera no meio da baladinha. E deu certo!
Mas CUIDADO!! Se não entende sobre esse joguinho, não abre a boca para discutir futebol! Não tem coisa pior do que comentários errôneos e sem nenhum embasamento. E olha, pior que isso é mulher que muda de time por conta de algum namoradinho. Torcedor não é igual a jogador que sai mudando de time por uma proposta mais agradável, lembrem-se disso!
            E você palmeirense, botafoguense, flamenguista, corinthiano, vascaíno, inter, gremista e outros muitos, sou são paulina, mas podemos bater um papinho! Não tenho frescuras e saberei sempre que meu time é SOBERANO!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ciúmes?!



Quem aqui tem um irmão ciumento levanta o braço!!!
Tá, até hoje não sei se o que vou lhes contar foi ciúmes ou simplesmente um acidente! Por mais que todos falem que foi um acidente, nunca se sabe. Eu já jogava futebol há tempos, e ver o que eu vi foi realmente algo diferente. Foi um “acidente” meio fora do normal.
Bem, vocês devem não estar entendendo nada, mas vamos a história toda direitinha!
Eu, como exímia jogadora de futebol, aos sábados, jogava uma pelada com meu irmão e seus colegas de colégio. Todos uns 4 anos mais velhos, no mínimo. De mulher éramos eu e minha prima, também colega de colégio do meu irmão e de todos os outros meninos. Muitas vezes vinha gente de fora, assim como eu, levada por alguém daquela famosa turma A do Marista do ano 2000 (claro que era famosa! Baterista e tecladista de bandas que bombavam em certas épocas estudavam naquela turma).
E chegou o dia em que levei meu namoradinho da época para uma partida de futebol. E que partida! Lembro como se fosse hoje a vontade que todos estavam de jogar, a correria para se fazer um gol e a força (bruta) de vontade que um certo jogador estava em passar por cima de seus adversários.
Pra falar a verdade, como era tudo bem amador, era possível notar um grande número de faltas. Eu até que escutava pouco o diabinho que mandava eu acertar a canela dos adversários e cometia poucas faltas para uma boa zagueira (metida?).
Bem, voltando ao meu namoradinho em jogo: estávamos todos bem, jogando, rindo e confraternizando de forma harmoniosa quando de repente, não mais que de repente, vejo meu irmão atropelar o amorzinho da minha vida (da época). O fulaninho era um pouco manhoso, e de início fiquei rindo ao ver ele no chão, sofrendo e se contorcendo. Só acreditei que algo “grave” tinha acontecido de verdade quando me vi sozinha do outro lado da quadra enquanto estavam todos acudindo o carinha. Poxa, que namorada mais relaxada!
Fui lá, dei beijinho, acalmei e fomos ao hospital! Não é que ele tinha quebrado o braço??? Ou melhor: não é que meu irmão tinha quebrado o braço do meu namorado??? Risos!!!
Só sei que, se foi ciúmes ou acidente, esse fato rendeu um bom tempo de zuação para o lado do meu namoradinho e do meu irmão. E o que eu fiz no final das contas?? Cuidei com todo carinho do menininho do braço enfaixado! 

sábado, 9 de julho de 2011

Clube de Regatas Amor



A cada dia que se passa na minha vida percebo que na verdade não existem tantas formas de amor, e sim, tantas formas como as pessoas o encaram.
Para exemplificar o que digo usarei daquilo que tanto gosto, o futebol.

Em um jogo há somente um tipo de bola e várias posições de jogadores. Neste caso usaremos a bola para representar o amor, e as posições em campo, as pessoas.
O goleiro é aquele que está sempre na defensiva, se coloca como uma verdadeira muralha diante de uma bola prestes a adentrar em sua rede.

Temos o zagueiro, aquele jogador que se encontra na defesa na maior parte do tempo, guardando o campo para que não tenha decepções. As vezes se aventura a um ataque, mas como não sabe bem lidar com isso, muitas vezes não obtém sucesso.

O lateral é o cara que, uma hora ataca, outra hora defende, o que for mais conveniente ao momento é como ele irá agir. O seu ataque à bola é geralmente ligeiro, não costuma ser duradouro.

No meio do campo encontramos os jogadores que estão sempre prontos para atacar a bola, apesar de, as vezes, sentir a necessidade de defender-se para que não ocorra grandes danos.

Por último temos os jogadores que estão dispostos a dar tudo de si e partir para o ataque. O atacante é insaciável, e seu primordial objetivo é obter sucesso com a bola e fazer com que ela siga seu rumo até o gol.

Assim, é possível imaginar, por meio do futebol, que existem várias formas de encarar o amor.