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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

20 de Novembro




Ontem fez 06 anos que meu primeiro namorado terminou comigo. É engraçado como, depois de todos esses anos, eu ainda lembro o dia do término. Digamos que por ser em data comemorativa eu acabei associando os acontecimentos.

Foram 10 meses de relacionamento bem vividos e com muito aprendizado. Não me arrependo de nada, nem do ciúmes enorme que eu sentia e que foi o maior motivo da destruição do namoro. Pelo menos com os nossos erros eu aprendi muito.

O mais engraçado que eu me lembro no dia que ele estava terminando comigo foi que, em meio a choros e mais choros, eu tive forças de fazer uma piada! Como eu disse, era data comemorativa, dia da consciência negra. Meu primeiro namoradinho era moreno cor de jambo e ao terminar comigo eu soltei a seguinte piadinha: “tomou consciência no dia certo né nego?!”.

Pois é, eu era apaixonada por ele, estava perdendo o amor da minha vida, mas não podia perder a piada!!! Já eram muitas perdas, manter o bom humor era fundamental.

E ontem comemorei os 06 anos. Não pelo fato do término em si, mas pelo aprendizado que recebi e por perceber que por mais que uma partida doa, uma hora a ferida irá cicatrizar e, portanto, não precisamos nos desesperar.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Tempo para quê?



Por esses dias troquei de lugar na minha terapia. Saí do meu divã para, em vez de ser paciente, ser a “ouvidora”. As vezes faço isso, e gosto. Acho legal tentar arrumar uma forma, por meio de conversas, de ajudar os amigos. E com tudo o que escuto e falo, eu também aprendo e reflito a história, por mim ouvida, dentro de minha realidade e fantasia.

E, indo direto ao ponto, o que te faz querer estar com uma pessoa que parece, ao menos aos meus olhos, que não tem respeito pelo relacionamento de vocês? O que faz um homem, ou uma mulher, querer lutar por alguém que não quer lutar pelo casal? E pior ainda, que não sabe ao certo se quer viver o presente ou se quer reviver o passado.

Imaginem só se eu tenho um namorado chamado Zezinho. O Zé tem uma ex chamada Joaninha. Agora vejam a situação: sou apaixonada pelo Zezinho e estamos curtindo um relacionamento de uns 10 meses, quando a Joana decide chegar para o Zé e dizer que ele deve me deixar para ficar com ela.

Pronto, tá feito a bagunça! E agora? O normal seria o Zé ficar comigo, que tenho dado felicidade constante a ele. Mas não, o sobrenome do cara é Brocoió. E o Zé Brocoió se sente balançado pela proposta indecorosa da ex e decide pedir um tempo para pensar.

Esse tempo é o suficiente para destruir todo o relacionamento. Não é por ser daquele tipo de pessoa que não volta depois do tempo, eu volto. O problema foi o motivo que o levou para pedir esse tempo.

As pessoas não são brinquedos umas das outras. Não se brinca assim e não se deve fazer joguinhos de “roleta russa” quando se trata de assuntos do coração. Ninguém merece. Mas vai, se o par ficou balançado, talvez seja porque esse sentimentos que vocês possuíam não valia a pena.

Vale a pena se entregar para alguém que está pensando se vale a pena voltar para um antigo outro alguém?!

Eu não gosto de dar “soluções” quando meus amigos me trazem os “problemas”. Eu sempre busco mostrar dois lados da moeda, e a pessoa que escolha. Não quero ser a culpada das boas e más escolhas, eu não tenho o poder de falar o que é certo e o que é errado.

Nesse caso não tive como não mostrar minha indignação com o fato ocorrido e deixei meu coração e sentimento falarem por mim. Mas não me arrependo de um único conselho que eu dei. Daria todos novamente.

E o mais importante conselho é esse: SE VALORIZE!



domingo, 25 de setembro de 2011

Não Ligar!



Eu sou o tipo de garota (mulher) que age quando quer. Aquele tipo que: se quer sair, sai; se quer ir ao cinema, vai; se quer comer aquela pizza deliciosamente engordativa, come; se quer ligar para o paquera/ex/amor, liga! Não gosto de “arrodeios” nem de gente enrolada (apesar de as vezes me apaixonar por esses tipos).

Mas tem vezes que eu me canso de mim mesma. Do meu jeito, meu estilo. Por exemplo: ligar quando quer??? Meu... quando se gosta agente perde um pouco a noção de espaço e de tempo! Quer ligar toda hora, quer fazer mil convites, quer estar conversando e, com tudo isso, vai acabar é afugentando!

É por essas e outras que eu tenho uma “arma secreta”. Ao perceber que estou ligando demais ou que minha vontade de ligar para aquele carinha é um pouco exagerada eu mudo o nome dele no meu celular! É algo bem simples. Se o nome dele for João, passará a se chamar “não ligar”. E acreditem, isso dá certo! Pelo menos para mim.

Já utilizei dessa técnica inúmeras vezes. Já teve caso de ser tão crítico que de “Não Ligar” o cara passou a se chamar “Não Atender” (dessa vez o cara me fez uma enorme raiva).

Sério, essa técnica sempre dá certo comigo. Já usei até com ficante que se tornou namorado! Acho que a distância o trouxe para perto. Rs!

Hoje em dia, inclusive, existe um “Não Ligar” na minha agenda. E não é o ex, pois ele não precisa mais desse nome para que as minhas ligações sejam mínimas para ele. As vezes tem disso também. Nem precisamos de uma “ajudinha” para se superar. E isso é muito bom.

Mas, voltando ao “Não Ligar” existente hoje na minha agenda telefônica, ele voltará a ter o nome de batismo. Todas as chances de se paquerar o cara foram por água abaixo e eu sei quando devo recuar. Ter o nome dele livre na minha agenda não será mais nenhum perigo! Até pelo fato de que, antes de eu mesma me “viciar” em ligar para ele, já tinha mudado seu nome na agenda.

E vou caminhando desse jeito: vivendo, aproveitando, ligando e desligando-me. Acredito que um dia não precisarei mais apelar para as mudanças na minha agenda telefônica. No máximo um amigo ou conhecido passará a se chamar amor, mow, mozinho, paixão ou algum derivado bonitinho do tipo que damos aos namoradinhos!



terça-feira, 16 de agosto de 2011

O melhor Primeiro Beijo




Há alguns posts atrás eu falei dos meus três Primeiros Beijos (http://nodivacomlais.blogspot.com/2011/07/meus-primeiros-beijos.html). E disse que o meu primeiro beijo apaixonado merecia um post só para ele. Pois bem, chegou o dia! Acho que não tenho mais muito do que reclamar, então, vamos voltar a recordar.

Primeiramente estou pensando: como é que vou fazer pra não deixar claro de quem estou falando? E descobri que será algo difícil. Diria mais, impossível. A maior parte dos meus (nossos) amigos da época sabem dessa história, mas talvez com menos detalhes do que esses que estou para falar.

O mais engraçado é que tudo começou na época da bombástica Game Station. Quando os adolescentes iam paquerar e ficavam por ali no Shopping Iguatemi. Na época fui paquerada por um carinha, mas, bestona como só eu era, dei um fora no rapaz e saí em seguida sem nem olhar para a cara do indivíduo.

Após vários anos o conheci durante um luau de amigos que tínhamos em comum. E ficou somente nisso, por alguns meses, até nós depararmos em uma atividade extraclasse. Eu, incrivelmente, me lembrei do nome dele. Algo que dificilmente ocorre por eu ter uma memória problemática.

E assim fiz um novo grupo de amizades, com aquele carinha integrando o grupo. A amizade foi tão grande que um bocadinho de gente achava que éramos namorados, mas não passávamos de bons amigos. Até que ele me convidou para a sua formatura.

Gente, eu ia ser paraninfa ou sei lá o quê. Corri pra comprar um vestido. Lembro até hoje o preço dele: R$ 250,00. Isso porque estava na promoção com 50% de desconto. Era um Colcci (tenho até hoje e é lindo). E para completar, no dia da festa, tive um churrasco do pessoal do colégio. Me empurraram na piscina antes de sair e eu cheguei linda no salão de beleza... toda molhada! Mas ficou todo belezinha.

Chegou a noite, estava eu lá. Vestido de renda preto, cabelos alisados, unhas feitas, maquiagem leve e sandália prateada bem alta (altona mesmo). E começou a formatura. Muitas farras, festejos, comidas e refrigerantes. Não estava bebendo. Eu só queria saber de dançar. E foi em uma dança que aconteceu. Não foi durante a valsa que, como convidada, tive que dançar com o menino, mas sim mais tarde durante a festa, em uma música de forró. Como não sou tão “abestalhada” eu não tenho a mínima idéia de qual música dançava, mas teve algo que até hoje eu não entendo que foi muito mais importante.

Dançávamos e, antes que eu percebesse, o inesperado aconteceu. Nossas bocas estavam se beijando. Não tenho idéia, mínima idéia, de quem beijou quem. Ele dizia que eu que o tinha beijado, e eu jurava que era ele quem me beijara. Mas a verdade é que só podemos afirmar que aquele momento estava acontecendo.

Foi um beijo diferente. Pelo menos para mim. Foi algo assim, inexplicável. Não foi por conta do beijo ou da pessoa que eu estava beijando, mas sim de toda a situação (claro que o menino também foi fundamental para o ocorrido).

Foi meu primeiro beijo apaixonado. Já dei outros mais, menos ou até tão apaixonantes como esse. Mas o primeiro não se esquece.

Hoje não estou mais com o boy. Ele até vai casar, que eu soube. Meus beijos apaixonantes estão em desuso. Estou agora na área dos beijos conquistados, que são um pouco (muito) diferentes.
Aproveitem seus amores, seus beijos e seus carinhos. Quando tudo isso tem romance, é muito mais gostoso.

Beijinhos!


quinta-feira, 14 de julho de 2011

E se?


Muitas são as vezes que um relacionamento acaba somente para uma pessoa. E como fica a outra?
Ouvi dizer que alguns desses “abandonados” aceitam com certa rapidez seu novo status de solteiro. Outros, porém, custam a aceitar, mas seguem com suas vidas e se esforçam para não olhar para trás. Mas, creio eu (como se não soubesse do que estou falando), que o pior caso são daquelas pessoas que simplesmente não entendem e, por isso, não aceitam.
Este último costuma sofrer de um mal comparável a cena que se segue:

[Image: penguins.gif]

 Ou seja, o seu par simplesmente faz com que você caia em uma piscina de água gelada depois de lhe dar um tabefe!
Mas e daí? Você o quer, o deseja e tenta de mil formas encontrar uma maneira que faça com que seu parceiro volte aos seus braços.
Após várias tentativas em vão parece que somente resta aceitar a partida. Mas isso é difícil demais, certo?!
A pessoa age várias e várias vezes esperando um retorno positivo. Se declara, grava cd, anda quilômetros, manda flores, manda mensagens, cartas, presentes, cestas, chocolates, aff! E como tenta. Chega uma hora que seu corpo cansa, sua cabeça lhe diz “CHEGA!” e seu teimoso coração continua apertado.
É nessa hora que você pensa: e se? Está aí a indagação que a pessoa faz a si mesma e que muitas vezes só atrasa a vida dela.
Amigos, e se você já tiver tentado de tudo e não conseguir se livrar nunca desse “e se?”? Vai continuar por toda a vida imaginando que poderia ter feito mais do que fez?
Tá, as vezes acontece de ter uma coisa ou outra a mais para fazer. Mas depois de tantas tentativas em vão, será que não chegou a hora de desistir?!
Pense bem!!

“E se eu tentar mais uma vez?”

terça-feira, 12 de julho de 2011

De quem era o egoísmo?



“E você pare de dizer que a egoísta sou eu! Eu queria que meu namorado me acompanhasse aos lugares que eu vou. Você nunca queria ir, por puro egoísmo. Meu egoísmo era em cima do seu”. E foi mais ou menos assim que terminamos uma grande discussão minha com um dos meus ex-namorados.
 Quem aqui não tem seu momento de “olhar o próprio umbigo” que atire a primeira pedra! As pessoas são suscetíveis a este sentimento pelo simples fato de serem pessoas.
Não há como não querer o bem a si próprio. Há como você buscar ele sem atingir tanto uma outra pessoa. Mas, pera lá: o namoradinho não quer te acompanhar em uma simples festa de família e o egoísmo é seu por não aceitar com um sorriso na cara o grande NÃO que ele está lhe dando?!
Nossa, que raiva me dava cada vez que ele me chamava de egoísta enquanto ainda namorávamos. Claro que só tive coragem de me impor quando terminou o namoro. O que tinha a perder?
Mas pelo menos aprendi algo, se era egoísmo meu (mesmo que em cima do egoísmo dele) eu decidi erradicar com esse problema. Namorado meu não quer sair comigo? Então, ou ele me dá uma boa desculpa para eu ficar em casa ao lado dele, ou ele não me encha se eu for sozinha.
Caras, se liguem: suas mulheres não vão trair vocês simplesmente por que foram para um barzinho com as amigas! Se quiserem trair, farão isso em qualquer lugar (a mesma afirmação cabe para o caso contrário). Ei, sério, ou eu não tenho nenhum atrativo ou realmente paquerar em barzinho é mais difícil do que se imagina! Pelo menos aqui em Maceió poucos são os caras que se levantam de sua mesa para cortejar a dama da mesa ao lado (mesmo que pareça ser a mulher dos seus sonhos). Se o barzinho não tiver uma música ao vivo onde há a oportunidade de se chamar alguém pra dançar: Fudeu! (desculpem-me o palavriado)!!!
Mas voltando ao tema principal, egoísmo, acho que em todo relacionamento haverá momentos em que você será um pouquinho mais egoísta que seu par. O jeito é tentarem resolver esses probleminhas da melhor forma possível.
Você será egoísta algumas vezes e seu parceiro(a) também. Paciência! Até hoje não sei bem dizer quem era mais egoísta, eu ou o namoradinho do início da história. Mas vou ficar quebrando a cabeça? Desculpa aí, tentarei é mudar algumas coisas e tornar tudo mais simples e melhor para mim e para meus próximos namorados (e eu realmente fiz isso, o outro namorado que veio depois desse que o diga)!

domingo, 10 de julho de 2011

Contra a parede



Nossa, quem aqui já terminou um relacionamento e continuou amiga do ex? Alguém? Eu já!
É uma coisa boa ter aquele amigo que sabe de toda a sua vida e todas as suas vontades. Sempre fui a favor de amizade entre ex-namorados! Por isso tentei continuar amiga de um deles...
Mas, nem todo mundo entende essas amizades. Um namorado (vamos chamá-lo de X) que veio depois desse meu ex-namorado-agora-amigo (vamos chamá-lo de Y), não conseguia entender como eu ainda podia falar e com o menino. Posso com um troço desses?
Nunca vou esquecer: Estava eu em uma festinha com o X, quando de repente, chega o Y para a mesma festa. Este trazia consigo um vinho de qualidade um pouco duvidosa, mas que eu adorava! Claro que ele levou a garrafa para a aniversariante, que curtia muito também essas bebidas tipo “Sangue d´boi”.
Em determinada hora, abre-se o vinho! Eu estava a me servir no copo quando o Y estende a mão com o copo dele vazio como forma de pedir para que eu o servisse. X, muito ciumento, sussurrou em meu ouvido que “caso você sirva vinho para esse idiota, eu vou embora”.
O que fazer??? Ser grossa e deixar meu amigo sobrar, ou servir ele e esperar para ver a reação do namorado?
Claro que eu servi!!!
Puts, o Sr. X saiu do meu lado bufando e tive que correr atrás. Expliquei todo o meu lado e ele não entendia. Achei melhor deixar ele ir embora para depois conversarmos.
E chegou o outro dia! Tinha jogo da Seleção Brasileira e lá estava eu tomando uma cachaça na casa dos amigos de X.
De repente X me coloca na parede:
- Ou você é amiga do Y, ou você é minha namorada!
- Olha, meus amigos vem em primeiro lugar! (eu disse, saindo logo em seguida para criar aquele clima de insegurança e terror!!)
E presta atenção, pois deu certo! Esta indo ao ponto de ônibus com um passo muito seguro e firme, sem nem olhar para trás, e ele veio me segurar.
Claro que tive que explicar, de qualquer forma, que estava com ele, e que o Y não passava de um mero amigo e que ele poderia ficar tranqüilo. Ah, disse também que odiava quando me colocam contra a parede e que de uma próxima vez ele não conseguiria me segurar.
No final de tudo continuamos juntos e eu amiga de Y.
É por isso que eu digo: quando você quer se impor, faça isso de verdade. Não é interessante ficar voltando atrás por causa de outras pessoas. 

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Cesta de Café da Manhã



Sabe aqueles dias em que você acorda e encontra ao lado da sua cama uma linda cesta de café da manhã feita especialmente para você? Não?? Nem eu!

E é assim que começo esse blog. Com um dos episódios da minha conturbada vida amorosa! Por que falar da minha vida amorosa?? Oras, não estou com tempo para freqüentar psicóloga, e nem quando tinha tempo, nunca tratei desse assunto na minha terapia. Acontece que sou do tipo de pessoa que preciso externar meus sentimentos para tentar me entender melhor e ficar um pouco mais calma (eu acho)!

Bem, vamos voltar ao que interessa: a bela cesta de café da manhã!

Era uma manhã de sábado e eu iria dar uma aula para um ex-namorado. Nossa, como eu quero voltar para ele! Muitas pessoas sabem disso. Não é segredo! E olha, eu tenho tentado de diversas maneiras. Foi daí que pensei na cesta! Todo mundo adora receber um presente, ainda mais um desses que é pura demonstração de afeto e carinho.

Acordei cedo, tomei um super hiper ultra banho para acordar da ressaca da baladinha da noite anterior, e saí caminhando para o supermercado com uma cesta na mochila! Uma cesta e roupas, já que ia passar o final de semana dando aula ao ex. Para minha surpresa, no meio do caminho, percebi que estava somente com o dinheiro do ônibus para ir a casa dele. Mas, não me desanimei!!! Voltei andando pra casa para pegar a carteira que ficou na outra bolsa e voltar às compras!

Chegando ao supermercado escolho tudo que é diferente, que acho que ele não conhece e que eu sei que é bom! Preparo uma linda cesta e saio com ela nas mãos para pegar o ônibus! Tive até que dar uma corrida para não perder a linha que demora muito tempo normalmente dia de semana, quem dirá sábado de manhã! Risos!!

Eis que chego na casa da família dele que me fala que ele foi dormir quase naquela hora, pois estava me esperando acordado e um pouco alto da festinha que teve em sua casa na noite anterior. Já conseguiram imaginar a cena??? O que fazer com a cesta que ele não iria ver nem tão cedo?! Tinha patê e iogurte, não podia deixar simplesmente lá esperando o final da tarde (sendo otimista) quando ele iria acordar. E as aulas que eu fui dar?

Pois bem, a bela cesta virou “Cesta de Janta” e toda a surpresa que eu tentei fazer foi por água abaixo.

No final das contas:

1 – Não tomei um belo café-da-manhã com o homem que eu adoro.
2 – Passei o final de semana, dei umas aulinhas e bebemos durante boa parte do domingo.
3 – Ficamos bem, brigamos (tive que “agüentar” ele não acreditando que eu não tinha ficado com alguém durante o tempo que estamos separados), fizemos as pazes, sorrimos e... não voltamos!!!

No final de tudo acabou-se um maravilhoso final de semana! Mas que deixaram marcas, de início, boas e esperançosas, mas depois, realistas.