segunda-feira, 21 de novembro de 2011

20 de Novembro




Ontem fez 06 anos que meu primeiro namorado terminou comigo. É engraçado como, depois de todos esses anos, eu ainda lembro o dia do término. Digamos que por ser em data comemorativa eu acabei associando os acontecimentos.

Foram 10 meses de relacionamento bem vividos e com muito aprendizado. Não me arrependo de nada, nem do ciúmes enorme que eu sentia e que foi o maior motivo da destruição do namoro. Pelo menos com os nossos erros eu aprendi muito.

O mais engraçado que eu me lembro no dia que ele estava terminando comigo foi que, em meio a choros e mais choros, eu tive forças de fazer uma piada! Como eu disse, era data comemorativa, dia da consciência negra. Meu primeiro namoradinho era moreno cor de jambo e ao terminar comigo eu soltei a seguinte piadinha: “tomou consciência no dia certo né nego?!”.

Pois é, eu era apaixonada por ele, estava perdendo o amor da minha vida, mas não podia perder a piada!!! Já eram muitas perdas, manter o bom humor era fundamental.

E ontem comemorei os 06 anos. Não pelo fato do término em si, mas pelo aprendizado que recebi e por perceber que por mais que uma partida doa, uma hora a ferida irá cicatrizar e, portanto, não precisamos nos desesperar.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Família entre times!



É incrível como eu tenho a sorte de arrumar paqueras “rivais”. Se for feita uma média encontraremos uns 80% de Palmeirenses/Corinthianos, 15% de outros times e 05% de São Paulinos.

Para quem ainda não sabe eu sou são paulina!! Isso não é segredo para ninguém. Como não é segredo que eu gosto de assistir e jogar futebol. Até de ler sobre!! Sei que não é muito normal entre as mulheres, mas sou mulher e gosto muito.

Sou a típica torcedora que grita, xinga e zoa com os outros. Pulo e fico sem voz se for preciso. Minha amiga palmeirense bem sabe como é assistir um clássico ao meu lado. Até pelo motivo de toda vez que assistíamos o São Paulo ganhava.

Pois bem, ontem estava conversando com um amigo sobre o sobrinho dele e a roupinha Alvinegra que ele quer presentear o pimpolho. Mas tem um porém, o pai da criança é Rubronegro, e não sei bem qual será a aceitação deste com o presentinho daquele.

Foi então que imaginei como se daria minha família se eu casasse com um corinthiano, santista ou palmeirense. Imaginou eu tendo um menininho lindinho? Claro que eu teria que ter prioridade na hora de mostrar para a criança e de ensinar que o São Paulo é um time sem igual, pois eu carreguei o pesinho divino por meses no meu corpo e isso me dava direitos maiores.

Fico imaginando que o quarto seria um misto de times, que as roupas teriam as cores dos times dos pais e que a primeira palavra que o menininho iria pronunciar seria “Rogério Ceni”. Ixe, e na hora de escolher o nome?! Ok, nada de fazer homenagem a algum jogador de futebol, evitando assim uma briga secular.

Nesse caso o melhor seria optar pelo pirralho torcer somente pelo CRB! Time de Alagoas que cresce cada vez mais e que tem uma torcida maravilhosa. Sem contar que as vezes aparecem uns paqueras regatianos e tudo simplificaria minha vida. Mas se o meu marido for azulino, aí já viu, é melhor colocar a criança em aulas de computação, para que ele vire um nerd que não curte futebol e que será rico em um futuro adolescente.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Paquerando no barzinho!



Tem dias que eu bato na mesa e decido fazer algo novo. Sexta foi assim! Fui para o bar com amigos ver outros amigos tocarem e me deparei com um cara da mesa do lado sozinho. O cara parecia querer alguém para conversar. Ficava olhando para os lados, mas não prendia seu olhar em canto algum.

Passaram minutos que mais pareciam horas. Só conseguia me lembrar de mim quando ia sozinha ver meu irmão tocar e ficava esperando alguém chegar. Aqueles momentos solitária nas mesas de bares eram as horas mais terríveis que se passavam nas minhas vidas de farra!
Daí decidi tomar uma decisão! Não foi muito de paquera, foi mais com ares de proporcionar aquela pessoa uma conversa agradável, um entrosamento.

Foi daí que mandei esse bilhetinho:


Bem, o som estava alto e eu não conseguia ler os lábios dele me dando a resposta, então fui até lá! Acabou que ficamos conversando a noite toda, um papo super legal sobre futebol (claro), biologia, administração, serviço público, publicidade, propaganda, marketing, interesses e outros assuntos mais que agora não me recordo.

A conversa só acabou quando meu primo decidiu ir embora, eu estava para pegar carona com ele! E tive que ir, deixando o carinha lá de volta na mesa.

Tudo isso teria dado uma boa paquera se não fosse um simples fato: depois de tudo feito e telefone trocado, me deu um nervoso! É, acho que perdi o jeito! Por enquanto deixei para lá, está só anotado na agenda!

Quem sabe um dia eu decida ligar e ele ainda se lembre quem eu sou, neh?!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Tudo acaba em pizza?


Depois de ver essa promoção da pizzaria O Piano no Peixe Urbano eu fiquei me lembrando dos tantos momentos onde tudo acabou em pizza:

http://www.peixeurbano.com.br/maceio/ofertas/pizza-bar-o-piano-mxgtbmd

Olha, eu sou do tipo de garota que quando um relacionamento termina eu entro em uma depressão que passo dias sem comer! Meu espelho até agradece a bela visão que vai se estendendo a cada dia que se passa no pós-vidinha amorosa!

Mas se tem algo que eu me acabo, antes de me acabar sem alimento, é pizza! Adoro pizza. Mussarela, calabresa, frango, presunto, portuguesa... Espera um pouco que vou ali no telefone ligar!


  
Pronto! Já alimentada posso continuar a escrever o Post. Me perdoem a falta de foco, mas como não estou mais em crise, qualquer momento é momento para pizza! E se estou em crise, nada como uma boa Romatelli (Molho de tomate, mussarela, catupiry, bacon, champignon e azeitonas) para fazer a pessoa se reanimar!

Eu sei que existem pessoas que comem muito quando se termina um relacionamento. Eu sou diferente, como pouco (quando como)! O que é até bom quando você vê o ex... geralmente estou mais “gostosa” nesses momentos de reencontros!

Esse é o melhor, e talvez único, lado bom dos términos de relacionamentos! Lembram quando, em um post, eu falei sobre os lados bons das coisas ruins da vida? Nossa, como eu gosto desse! Rs!!

Sério, tem vezes que, quando quero emagrecer, até brinco dizendo que preciso de um amor arrebatador que termine comigo quando eu estiver no meu momento mais apaixonada. E depois é só manter!

Mas, para não alongar o post, e deixar que você, meu leitor, aproveite a promoção e/ou peça uma pizza agora em casa, vou deixando esse texto por aqui.

Lembrem-se que, quando o coração apertar, o estômago deve ser tratado com carinho (conversa de gente que gosta de comer)!!  Faça com que, sendo bom ou ruim o seu “fim de noite”, tudo acabe em pizza!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Tempo para quê?



Por esses dias troquei de lugar na minha terapia. Saí do meu divã para, em vez de ser paciente, ser a “ouvidora”. As vezes faço isso, e gosto. Acho legal tentar arrumar uma forma, por meio de conversas, de ajudar os amigos. E com tudo o que escuto e falo, eu também aprendo e reflito a história, por mim ouvida, dentro de minha realidade e fantasia.

E, indo direto ao ponto, o que te faz querer estar com uma pessoa que parece, ao menos aos meus olhos, que não tem respeito pelo relacionamento de vocês? O que faz um homem, ou uma mulher, querer lutar por alguém que não quer lutar pelo casal? E pior ainda, que não sabe ao certo se quer viver o presente ou se quer reviver o passado.

Imaginem só se eu tenho um namorado chamado Zezinho. O Zé tem uma ex chamada Joaninha. Agora vejam a situação: sou apaixonada pelo Zezinho e estamos curtindo um relacionamento de uns 10 meses, quando a Joana decide chegar para o Zé e dizer que ele deve me deixar para ficar com ela.

Pronto, tá feito a bagunça! E agora? O normal seria o Zé ficar comigo, que tenho dado felicidade constante a ele. Mas não, o sobrenome do cara é Brocoió. E o Zé Brocoió se sente balançado pela proposta indecorosa da ex e decide pedir um tempo para pensar.

Esse tempo é o suficiente para destruir todo o relacionamento. Não é por ser daquele tipo de pessoa que não volta depois do tempo, eu volto. O problema foi o motivo que o levou para pedir esse tempo.

As pessoas não são brinquedos umas das outras. Não se brinca assim e não se deve fazer joguinhos de “roleta russa” quando se trata de assuntos do coração. Ninguém merece. Mas vai, se o par ficou balançado, talvez seja porque esse sentimentos que vocês possuíam não valia a pena.

Vale a pena se entregar para alguém que está pensando se vale a pena voltar para um antigo outro alguém?!

Eu não gosto de dar “soluções” quando meus amigos me trazem os “problemas”. Eu sempre busco mostrar dois lados da moeda, e a pessoa que escolha. Não quero ser a culpada das boas e más escolhas, eu não tenho o poder de falar o que é certo e o que é errado.

Nesse caso não tive como não mostrar minha indignação com o fato ocorrido e deixei meu coração e sentimento falarem por mim. Mas não me arrependo de um único conselho que eu dei. Daria todos novamente.

E o mais importante conselho é esse: SE VALORIZE!



domingo, 25 de setembro de 2011

Não Ligar!



Eu sou o tipo de garota (mulher) que age quando quer. Aquele tipo que: se quer sair, sai; se quer ir ao cinema, vai; se quer comer aquela pizza deliciosamente engordativa, come; se quer ligar para o paquera/ex/amor, liga! Não gosto de “arrodeios” nem de gente enrolada (apesar de as vezes me apaixonar por esses tipos).

Mas tem vezes que eu me canso de mim mesma. Do meu jeito, meu estilo. Por exemplo: ligar quando quer??? Meu... quando se gosta agente perde um pouco a noção de espaço e de tempo! Quer ligar toda hora, quer fazer mil convites, quer estar conversando e, com tudo isso, vai acabar é afugentando!

É por essas e outras que eu tenho uma “arma secreta”. Ao perceber que estou ligando demais ou que minha vontade de ligar para aquele carinha é um pouco exagerada eu mudo o nome dele no meu celular! É algo bem simples. Se o nome dele for João, passará a se chamar “não ligar”. E acreditem, isso dá certo! Pelo menos para mim.

Já utilizei dessa técnica inúmeras vezes. Já teve caso de ser tão crítico que de “Não Ligar” o cara passou a se chamar “Não Atender” (dessa vez o cara me fez uma enorme raiva).

Sério, essa técnica sempre dá certo comigo. Já usei até com ficante que se tornou namorado! Acho que a distância o trouxe para perto. Rs!

Hoje em dia, inclusive, existe um “Não Ligar” na minha agenda. E não é o ex, pois ele não precisa mais desse nome para que as minhas ligações sejam mínimas para ele. As vezes tem disso também. Nem precisamos de uma “ajudinha” para se superar. E isso é muito bom.

Mas, voltando ao “Não Ligar” existente hoje na minha agenda telefônica, ele voltará a ter o nome de batismo. Todas as chances de se paquerar o cara foram por água abaixo e eu sei quando devo recuar. Ter o nome dele livre na minha agenda não será mais nenhum perigo! Até pelo fato de que, antes de eu mesma me “viciar” em ligar para ele, já tinha mudado seu nome na agenda.

E vou caminhando desse jeito: vivendo, aproveitando, ligando e desligando-me. Acredito que um dia não precisarei mais apelar para as mudanças na minha agenda telefônica. No máximo um amigo ou conhecido passará a se chamar amor, mow, mozinho, paixão ou algum derivado bonitinho do tipo que damos aos namoradinhos!



segunda-feira, 19 de setembro de 2011

O lado bom!



Sabe o lado bom de quando meus relacionamentos apaixonantes vão por água abaixo? Eu emagreço. Isso é fato e comprovado. Já teve semana de perder 5 quilos, e isso porque eu já era mais magrinha.

Tudo nessa vida tem um lado bom. Pelo menos eu sempre tento enxergar assim. Mesmo que o único lado bom seja saber que sempre que for fritar ovo é bom jogá-lo na frigideira quente de pertinho, pois de longe pode espirrar margarina quente (fervendo) na sua barriguinha (esse exemplo não foi criado).

É como diria o grande compositor Gonzaguinha: “cantar a beleza de ser um eterno aprendiz”. Viver é muito mais que simplesmente “passar” pela vida, é aproveitar, é fazer acontecer, mesmo que as vezes os tiros saiam pela culatra. Os nossos erros vão ensinar muito mais que os acertos!

Eu sei que isso que eu falo aqui já é batido, mas é verdade. Eu sempre reflito sobre isso nos fins de relacionamento, pois de cada namoradinho eu tirei aprendizados que nasceram de erros. Por exemplo, hoje em dia mesmo, você dificilmente vai me ver ter ciúmes de um namorado (até porque eu não tenho né?! Mas estamos trabalhando com suposições agora) por já ter aprendido a lição de que ciúmes demais desgasta a relação.

Tem uma frase que dizem ser de um trecho de um textinho muito louco, para quem não reflete bem, de um autor desconhecido: “prefiro morrer do que perder a vida”. Desde pequena eu escutava isso e não entendia muito bem o significado. Hoje em dia esse trecho possui, na minha concepção uma filosofia de vida.

Portanto leitores, vivam cada momento. Aproveitem e procurem não se arrependerem. Se algo não sair conforme o planejado, tentem enxergar onde foram os erros para depois mudá-los. E se no caminho houve momentos que podem ser lembrados com alegria, simplesmente lembrem-se! Não se envergonhem de rir do passado nem de quererem um futuro sempre mais alegre!


domingo, 18 de setembro de 2011

Amizade de Ex

Aqui estou eu novamente nesse divã. Passado alguns dias que não vinha me deitar aqui para conversar decidi que tenho que voltar para ti. Há uma equipe de psicólogos (leia-se leitores) ávidos para escutar minhas histórias e, com divertimento, me ajudar a entender e a seguir melhor o caminho.
Sabe como é: estando solteira e tentando de vez desapegar da antiga paixão tenho fugido de relações, logo, tenho ficado sem histórias recentes. E tendo como consideração meu baixo tempo livre para escrever e pensar, não tenho conseguido me concentrar em histórias passadas. Mas vamos lá.

O que acontece quando você percebe que a pessoa pelo qual você é/era apaixonada simplesmente tem agido de forma a demonstrar que não merece sua calma, paciência, compreensão e até mesmo sua amizade?! Pois é. E não é a primeira vez que isso acontece.
Sempre fui a favor de que amizades continuassem mesmo com os términos dos relacionamentos, mas parece que não tem jeito. Alguém sempre vai se machucar.
A intimidade, a confiança, o carinho que se tinha na época do relacionamento faz a pessoa crer que aquele ex é o ser perfeito pra ficar ao seu lado como amigo. Afinal, ele já sabe todos os seus problemas, suas vontades, sua vida. É tão fácil. Doce ilusão.
Amizade com o ex não ajuda a fechar o coração. Não ajuda a fazer você se sentir melhor quando você fizer algo de errado que ele não aprovaria. Muito menos te ajuda a arrumar um paquera novo para fazer você esquecer dele.
Muitas vezes essa amizade acaba deixando você ao lado da pessoa que nesse momento é bom se afastar. Não significa que tem de ser cruel ou virar inimigo do ex, mas não precisa estar tão junto.
Temos um horrível costume as vezes de que, depois de iniciar um namoro, nos afastarmos dos nossos amigos. Isso é um total erro!!!! Isso faz exatamente com que você sinta a necessidade da amizade do seu mais novo ex-namoradinho.
Poxa, você deve ter na sua lista telefônica amigos que costumava conversar. Não tenha vergonha, ligue para esses quando estiver precisando conversar com alguém. Novos amigos que se possa confiar são ótimos também para escutar nossos problemas, e as felicidades também!

Acho que esse texto ocorreu mais como forma de desabafo, não deu para fazer piada. Comecei a escrever e quando vi já estava assim! Depois tentarei voltar com a nossa programação normal!!!


terça-feira, 6 de setembro de 2011

1º Andar



Estava fazendo as contas hoje enquanto passava minha mais de hora de ônibus para vir trabalhar e cheguei à seguinte conclusão: morar no 1º andar de um prédio com elevador não é muito legal.
Estou a 03 anos morando em um condomínio onde mal conheço os vizinhos do andar. Isso é péssimo. Até sei quem são, mas os nomes de todos? No máximo o time de futebol que um deles torce.
Mas também, o que poderia fazer? Quando decidimos comprar, na localização dele, só tinha o primeiro andar.
                Daí você deve estar se perguntando o que o andar tem com o fato de não se conhecer quase ninguém, e muito menos conversar por algum tempo com seus vizinhos da vertical. É simples: o elevador é o culpado de tudo.
                Imagine que eu pego o elevador no térreo e desço no primeiro andar. Não dá tempo de manter um contato, uma relação. No máximo consigo ser cordial e fazer uma piadinha rápida sobre futebol, se meu “acompanhante” estiver vestindo algum manto.
                Nossa, imagine então se eu consigo jogar charme e paquerar o gato do 9º andar!? Claro que não. Uma única vez, na maior cara lisa desse mundo, eu perguntei “como é seu nome mesmo?”. Mesmo? Mesmo? Sério, mesmo?! Eu nunca soube o nome dele, como então eu falo a palavra “mesmo”??? É uma cara lisa a minha que às vezes até eu me assusto. Bem, nem me lembro o nome dele mais. Só sei que ele não usa aliança (e homens, não achem que nós mulheres não estamos ligadas nos dedos das suas mãos).
                Outro fator que me leva a não curtir muito o 1º andar é que, qualquer festinha, brincadeira e algazarra no térreo, o barulho entra todinho pela varanda. Ou seja, não há filme que resista aos aniversários com palhaços e suas músicas de Trio da Huana que teimam em tocar no mais alto som possível.       
Tudo bem, não serei tão cruel com o meu andar. Um dia desses os dois elevadores do prédio quebraram. E foi em véspera de feriado que juntava com o final de semana, ou seja, foram uns 5 dias sem elevadores. Para mim não fez muita diferença, pois o lance de escadas para subir ou descer era pequenininho. Tive foi pena do pessoal do 11º mesmo!! Risos!
Ah, é importante frisar que existem as reuniões de condomínio onde todos se encontram. Mas, sinceramente?! Fazer amizade enquanto se discute sobre, geralmente, gastos, não é muito legal.
O melhor seria organizar uma confraternização no prédio. Acho que vou jogar essa ideia na reunião que terá hoje. Isso se eu conseguir me fazer presente, claro! Mas seria uma boa, são 03 anos de aniversário que o prédio fez e até agora muita gente ali não se conhece.
Tá aí: de um post surgiu uma ideia que tentarei fazer valer aqui no meu espaço! E se você sente que seu prédio também sofre com esses problemas, lance também essa sugestão na sua reunião e depois nos conte. Eu contarei minha experiência aqui, se conseguir chegar hoje a tempo da reunião!
Bem, espero em breve poder colocar meus pés no carpete lá da porta de casa e soltar um breve suspiro com som de “home sweet home”!!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sorri


Se existe um texto que fale tudo que se deve ler sobre sorriso, esse texto é o “Smile” de Charles Chaplin. Eu sempre escutei, e sempre dei razão, as pessoas que me falavam que um sorriso é extremamente importante. E diria mais, ele é viral.
Para que acordar de mau humor se você pode levantar de sua cama com um riso no rosto?! Espalhe o seu “bom dia” da melhor forma possível.
Tem gente que fala que sou simpática demais, outros já me acham falsa. Eu não me acho nenhuma das duas coisas, eu só gosto de espalhar sorrisos! Mas claro que sempre temos os dias ruins, e esses devem ser respeitados. Mas não devem ser “fechados”, se é que vocês me entendem. É como diria nosso amigo Charles: Sorri, vai mentindo a sua dor.
Lembro-me bem de uma manhã onde fui comprar um chiclete numa banquinha de revistas na praia. Sorridente e simpaticazinha solicitei o chiclete! O vendedor sorriu de volta e agradeceu-me por eu ter espalhado um pouco de alegria e felicidade ao seu estabelecimento. E eu consegui tudo isso com apenas um sorriso!
Eu gosto de sorrir! Meu pai até diz que as vezes sorrio tanto ele não consegue entender. É, as vezes é demais mesmo. Mas sou eu. Gosto de espalhar o sorriso.
Ontem mesmo fiz uma twitcam onde sorri a maior parte do tempo enquanto falava um bocado. É, acho que era melhor eu ter ficado mais sorrindo do que falando. Não sei como o pessoal que estava assistindo não cansou das minhas histórias.
Mas, já precisando finalizar o texto, vou deixar para vocês o texto do meu amigo Charles Chaplin cantado e interpretado por uma cantora devassa: Sandy Leah!



E lembrem-se, se o seu dia não está como você esperava, sorria. Se estiver, sorria também. O sorriso irá lhe fazer bem!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O melhor Primeiro Beijo




Há alguns posts atrás eu falei dos meus três Primeiros Beijos (http://nodivacomlais.blogspot.com/2011/07/meus-primeiros-beijos.html). E disse que o meu primeiro beijo apaixonado merecia um post só para ele. Pois bem, chegou o dia! Acho que não tenho mais muito do que reclamar, então, vamos voltar a recordar.

Primeiramente estou pensando: como é que vou fazer pra não deixar claro de quem estou falando? E descobri que será algo difícil. Diria mais, impossível. A maior parte dos meus (nossos) amigos da época sabem dessa história, mas talvez com menos detalhes do que esses que estou para falar.

O mais engraçado é que tudo começou na época da bombástica Game Station. Quando os adolescentes iam paquerar e ficavam por ali no Shopping Iguatemi. Na época fui paquerada por um carinha, mas, bestona como só eu era, dei um fora no rapaz e saí em seguida sem nem olhar para a cara do indivíduo.

Após vários anos o conheci durante um luau de amigos que tínhamos em comum. E ficou somente nisso, por alguns meses, até nós depararmos em uma atividade extraclasse. Eu, incrivelmente, me lembrei do nome dele. Algo que dificilmente ocorre por eu ter uma memória problemática.

E assim fiz um novo grupo de amizades, com aquele carinha integrando o grupo. A amizade foi tão grande que um bocadinho de gente achava que éramos namorados, mas não passávamos de bons amigos. Até que ele me convidou para a sua formatura.

Gente, eu ia ser paraninfa ou sei lá o quê. Corri pra comprar um vestido. Lembro até hoje o preço dele: R$ 250,00. Isso porque estava na promoção com 50% de desconto. Era um Colcci (tenho até hoje e é lindo). E para completar, no dia da festa, tive um churrasco do pessoal do colégio. Me empurraram na piscina antes de sair e eu cheguei linda no salão de beleza... toda molhada! Mas ficou todo belezinha.

Chegou a noite, estava eu lá. Vestido de renda preto, cabelos alisados, unhas feitas, maquiagem leve e sandália prateada bem alta (altona mesmo). E começou a formatura. Muitas farras, festejos, comidas e refrigerantes. Não estava bebendo. Eu só queria saber de dançar. E foi em uma dança que aconteceu. Não foi durante a valsa que, como convidada, tive que dançar com o menino, mas sim mais tarde durante a festa, em uma música de forró. Como não sou tão “abestalhada” eu não tenho a mínima idéia de qual música dançava, mas teve algo que até hoje eu não entendo que foi muito mais importante.

Dançávamos e, antes que eu percebesse, o inesperado aconteceu. Nossas bocas estavam se beijando. Não tenho idéia, mínima idéia, de quem beijou quem. Ele dizia que eu que o tinha beijado, e eu jurava que era ele quem me beijara. Mas a verdade é que só podemos afirmar que aquele momento estava acontecendo.

Foi um beijo diferente. Pelo menos para mim. Foi algo assim, inexplicável. Não foi por conta do beijo ou da pessoa que eu estava beijando, mas sim de toda a situação (claro que o menino também foi fundamental para o ocorrido).

Foi meu primeiro beijo apaixonado. Já dei outros mais, menos ou até tão apaixonantes como esse. Mas o primeiro não se esquece.

Hoje não estou mais com o boy. Ele até vai casar, que eu soube. Meus beijos apaixonantes estão em desuso. Estou agora na área dos beijos conquistados, que são um pouco (muito) diferentes.
Aproveitem seus amores, seus beijos e seus carinhos. Quando tudo isso tem romance, é muito mais gostoso.

Beijinhos!


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Caminhos



É só seguir o caminho de tijolos amarelos? Antes tivéssemos um “mapa” que mostrasse os caminhos que temos que seguir para chegar onde queremos. Seria fácil saber por onde ir se colocassem na minha frente o “caminho dourado”. Apesar de que, em alguns pontos, a nossa amiga Dorothy encontrou dificuldades em passar. Porém, ela sempre soube o caminho pelo qual deveria se guiar.

Tem pessoas que se deixam guiar pelo coração. Há também quem prefira se perder entre as várias ruas das avenidas e paixões da vida. E existem aquelas pessoas retóricas, com seus GPSs e mapas que traçam todo o caminho e nem olham para o lado.

E qual seria a melhor forma de caminhar? Será a menos perigosa? Acho que “O Mágico de Oz” provou que o caminho correto nem sempre é o mais seguro. Alias, que graça tem a vida se tudo fosse tão seguro?

Talvez seja a graça da insegurança que faz com que tomemos nossas decisões, as vezes, tão precipitadamente. A vida é boa quando decidimos tentar coisas novas, amores novos e caminhos novos. E, como tudo que é novo e desconhecido, você pode sair-se vitorioso ou não. Mas com certeza sairá com mais conhecimento de causa!

Na minha terapia eu abordei algumas vezes o quanto as minhas escolhas de última hora e meio que, sem pensar, me trouxeram felicidade. Mas não foram em todos os casos.

Essa semana, por exemplo, decidi descobrir um atalho, um novo caminho para chegar até a minha casa. Saí andando por ruas que jamais tinha visto antes e, quando achei que estava no caminho correto, percebi que estava perdida! Depois consegui encontrar meu lar, mas não antes de dar uma boa andada e fazer algumas perguntas aos moradores que conversavam em suas portas.

A vida é assim. Por mais certo que seja o caminho a ser seguido, as vezes você sente uma vontade louca de tentar algo novo, de experimentar, de descobrir. E o gostinho que dá na boca, depois que se consegue, é tão bom que você fica com vontade de falar para todos o quanto é gratificante você decidir por fazer algo novo com você mesmo (por isso estou aqui escrevendo).

Está achando que o seu caminho está calmo demais e não está te trazendo nada novo pra sorrir ou pra chorar? Mude! Não precisa necessariamente mudar o caminho em si, mas mude algo! Busque!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

VÁ VIVER!!


Pois bem, não estou com cabeça hoje para post. Estou com muita dor de cabeça e ansiosa por algo que, apesar de eu querer um resultado, a probabilidade de eu não atingir meu objetivo é de 98%. E daí? Vou deixar meus “gatos pingados” sem texto por tanto tempo?! Isso não é certo.

Já tentei escrever uns 3 textos, e todos terminaram no primeiro parágrafo. Isso é um bloqueio. Esse mesmo, fiquei 5 minutos lendo e relendo as 3 linhas acima para saber o que mais escrever. E cheguei a conclusão que brigar com a falta de imaginação e o bloqueio intelectual não é saudável, muito pelo contrário, to começando a crer que está piorando.

Mas quer saber do que mais?! Estou nem aí. Quantas vezes já desistimos de algo pelo simples motivo de colocarem um muro na nossa frente?! Quando se depara com isso a pessoa não pode simplesmente aceitar e ficar “admirando” o enorme muro a sua frente. Contorne, pule, destrua. Faça o que preferir e o que o imediatismo achar mais necessário. Mas não desista. 

Enfrente as dificuldades, os medos, as tristezas, as incertezas. Tente fazer com que tudo isso traga algo de positivo para sua vida. Não sobreviva, viva! É muito diferente!

Como diria meu primo Márcio Cássio “viver o medo é não viver”. Ele está certo. Você tem que bater de encontro àquilo que teme. Ficar estagnado, como o nome já diz, não levará você à frente. Tente! O máximo de negativo que você poderá ouvir é um não, mas isso pode não ser diferente do que você possui no momento. Certo?!

O que você prefere? Se arrepender por algo que fez, ou se arrepender por algo que não fez? Não fique parado. Ouse! Baixe a guarda se preciso. Ame você mesmo e ame outras pessoas, outro alguém.


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Como ou onde?


Esses dias me enviaram um texto pelo msn. Não tenho o link, mas foi algo interessante. Falava sobre mulheres que conversavam acerca do azar que elas tinham em escolherem os seus homens. O básico “dedo podre”. A autora argumentava que o problema não deveria estar no dedo, mas sim na dona dele. Se a pessoa só atrai os errados, será que isso é destino, ou será que a pessoa age de forma a trazer esses trocinhos para si?!

Achei bastante interessante o texto. Mas o que mais me chamou atenção, e sobre o qual eu quero compartilhar com vocês, foi o comentário que minha amiga fez depois de me mandar o link. Ela me falava que tínhamos que escolher outros lugares para “caçar”, tendo em vista que baladas sempre traziam os problemáticos.

Foi daí que parei para pensar: poxa, nenhum dos meus namorados eu conheci na balada, não que eles fossem problemáticos, mas não duraram muito. De certo, o primeiro conheci mesmo no cursinho de pré-vestibular, o segundo em um luau, o terceiro na internet e o quarto em um bico que arrumei.

E os da balada? Nunca foram um problema para mim, tendo em vista que não me apegava a eles e que depois ambos sumíamos.

Mas e aí, qual a pergunta que devemos fazer para nós mesmos? “Onde devo procurar?” ou “O que devo mudar?”? Talvez, também, você possa pensar igual as mulheres mencionadas mais acima e simplesmente dizer que a culpa de seus relacionamentos não darem certo é simplesmente o fato de você atrair problemáticos.

Eu prefiro pensar que tudo poderia agir em conjunto. O modo como você age, os locais que você “procura” seu par romântico e a visão “além do alcance” para saber se aquele homem poderá sustentar o seu sonho, são fatores importantes para, juntos, chegarem aonde desejarem.

De certo ainda não experimentei todos os lugares possíveis para se encontrar um bom homem. Faltam as igrejas e os supermercados. Ainda não mudei muita coisa em mim. Continuo simpática, emocional e verdadeira demais. Também não penso tanto em futuro em longo prazo, no máximo, em curto prazo. Quem sabe quando eu testar essas hipóteses, eu responda minhas perguntas que se encontram no meio do texto!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Verdades.


Pela enésima vez “aprendi” o quanto ser sincera e verdadeira tem seu alto preço. Nem todo mundo tem a mesma cabeça que você, e por conta disso deve sempre pisar em ovos e ver o quanto a mentira será necessária.
Será que tem gente que ainda não escutou aquele ditado “quem procura acha”, ou nunca escutou um “não pergunte o que você não quer ouvir”?!  Poxa, se me perguntar, de duas uma: ou não respondo nada, ou serei sincera. Mentir não leva ninguém a frente. Não conseguiria viver mentindo, nem viver uma mentira.
Mas pelo visto, a sinceridade e a verdade só me fizeram transgredir. Nesse momento e em muitos outros. O que, de certo, me irrita. Então quer dizer que as pessoas mentem sempre para ficarem bem? Se algo que a pessoa fez magoou outra, sem a intenção, então por qual motivo não devem se sentar e procurar de alguma forma combater.
O pior é quando você não faz nada de errado. Você não errou nas suas escolhas. Pode ter sido um pouco precipitado e infeliz, mas não era para ferir ninguém, muito pelo contrário. As pessoas não entendem, ou não querem entender e é mais fácil assim.
Esse texto é mais como um desabafo de alguém que, infelizmente, ainda não aprendeu a lidar com a força que a verdade tem.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Meus Primeiros Beijos!



Que mulher aqui nunca pensou em como seria seu primeiro beijo que atire a primeira pedra! E digo mais: quantas de nós não ficamos ansiosas e até temerosas em como seria a técnica utilizada e se o carinha iria aprovar? E o medo de o seu beijo ser ruim e o “premiado” dizer a todos os coleguinhas o quanto você beija mal? E quantas vezes você babou sua mão, o espelho e até a metade da laranja treinando?! Errr... não?!
Pois bem, muitos foram os fatores que levaram a minha boca a esperar 15 anos para tocar outra boca. Fosse o medo do primeiro beijo, a insegurança, a minha “impopularidade”. Tudo isso fazia com que eu me distanciasse de qualquer tentativa de acabarem com a minha BV (Boca Virgem).
Por esse motivo acabei o meu “primeiro” namoro antes mesmo de dar o beijo no menino. Deixei também de ganhar um beijinho no teatro do colégio. E aqueles paqueras que eu sempre dava um fora mostrando ser A garota! Na verdade tudo isso não passava de medo de acabar sendo motivo de piada para todos que ali estavam ao redor.
Eu sabia que um dia eu teria que ceder. Um dia teria que beijar alguém e daí, esse dia chegou. Desde então eu coloquei na minha cabeça que eu não tive só um primeiro beijo, mas três! Um foi o primeiro beijo por beijar, o outro foi o primeiro beijo conquistado, e por último o primeiro beijo apaixonado.
O primeiro beijo por beijar aconteceu na – chamada por mim – Escola de Beijos de Maceió, mais conhecida como Maceió Fest. Lá era o local para treinar os lábios para uma melhor investida no futuro. E foi assim que acabou-se meu título de BV. Com alguém que não faria diferença de tivesse achado bom ou ruim o beijo (apesar de que, sendo chaveco o não, o menino elogiou).
Meu primeiro beijo conquistado foi uma graça! Um cara totalmente diferente de mim e que teve que penar um pouquinho até que conseguisse tocar meus lábios com os dele. Foi uma experiência totalmente nova. Até então não tinha beijado por tanto tempo nem tido uma conversa pós-beijo. Antes disso meus beijos se resumiram a pouquíssimos na badala Escola de Beijos de Maceió (pouquíssimos mesmo).
O primeiro beijo apaixonado, dentre os três, é o que mais eu guardo na memória. Foi aquele beijo inesperado e inexplicável! Que até merece um post só para falar como foi este momento. Por agora só digo que, a partir daí, pude notar o quanto um simples beijo pode ser totalmente importante para uma pessoa e para seu relacionamento.
Bem, foi assim que aconteceram meus primeiros beijos. Tiveram alguns outros lábios na minha história de vida entre um primeiro beijo e outro, mas esses três tiveram sua fundamental importância para a construção do meu beijar.

Ah, beijinho para todos!!


quarta-feira, 27 de julho de 2011

Quando a vontade explode!


             
Tem coisa melhor do que você conseguir saciar uma vontade que está lhe matando?! Nossa, obter aquilo que a pessoa deseja é muito bom! Seja uma vontade que dure bastante tempo, seja uma vontade momentânea onde você necessita “pensar rápido”. 

O tempo que sua vontade irá ficar dentro de você depende de vários fatores, e o principal é você! Nossas metas são advindas das vontades que possuímos e, devido a isto, algumas vezes é necessário tempo para saciá-las. 

Se sua vontade é ser médico, além de uma enorme força de vontade, a pessoa tem que ter muita dedicação e paciência, pois até que você se transforme em um bom profissional, irá demorar um bocadinho. 

Existem pessoas que querer ser famosas, e daí correm atrás da fama. A depender de seu Q.I. (quem indique), perspicácia, bom desempenho artístico ou até de um simples escândalo, pode-se demorar anos ou dias até que você consiga chegar à graça dos telespectadores. 

Há também aquele lance da balada! Que vontade de beijar aquela pessoa que você parece ter se apaixonado desde a primeira vez que olhou ou que simplesmente é gostoso(a) e você tem que dar uns pegas! Daí, essa sua vontade louca de saciar sua boca pode ser bem rápida, depende da sua lábia. 

Hoje eu tive uma vontade bem peculiar. Vontade de trucidar aquelas pessoas que entram no ônibus com um celular que mais parece uma caixa de som de tão alto que é. E o pior, sempre, eu disse SEMPRE, estão escutando músicas de reggae bem louconas. Não que eu tenha algo contra o reggae, mas estou em um momento mais zen e barulho sem letra ninguém merece (não se aplica a todas as músicas deste ritmo). 

A minha vontade na hora foi de parar de escutar aquela música que estava tão alta a ponto de entrar nos meus ouvidos que estavam com o fone escutando Chico Buarque, Vinicius, Los Hermanos, Mp3, Belchior dentre outros. Durante um bom tempo respirei fundo torcendo para que aquele garoto descesse logo do ônibus, mas o ponto do moleque não chegava nunca! Sério, aquilo já estava me deixando louca. 

Depois de muito meditar percebi que brigar não levaria a nada. Então, educadamente, me virei para trás e soltei: “Moço, pode abaixar o seu som, pois está atrapalhando o meu”. Depois disso esperei receber uma boa rebordosa do menino, mas pelo contrário, ele abaixou e em seguida desligou o celular. É, afinal de contas ele não era 100% mala! Só um pouco sem noção e estava precisando escutar um pedido para que parasse com aquilo que ele deveria estar achando o máximo. 


 No final das contas percebi que podemos ir atrás de nossas vontades, por mais loucas e mortais que elas pareçam. Você pode dar um jeito de sair tudo bem, ou não. Mas só saberá se tentar. Se eu não tivesse tentado eu já teria arrancado meus tímpanos e estaria surda nesse momento, pois o garoto subiu na Serraria e quando eu desci na UFAL ele ainda estava no ônibus.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Paquera e Futebol!


Quantas vezes já escutamos falar que mulher não entende nada de futebol?! Inúmeras! São muitos os homens que, com seus pensamentos machistas, afirmam que futebol é coisa de macho e que o único papel da mulher em dia de jogo é ficar na cozinha preparando os aperitivos e trazendo a cerveja para o maridão que está lá como uma estátua assistindo a partida.
Galera, acorda!! Mulher pode muito bem entender, gostar, assistir e jogar futebol. Diria até que, entendendo sobre este assunto, usamos até nas horas da paquera. Tem coisa pior do que aquela falta de assunto quando você deveria estar conversando e entretendo, com palavras, o carinha que está ao seu lado?!
Algo que percebi nesses meus recentes anos de pouco entendimento de futebol é que, usando as palavras certas e medindo o teor das brincadeiras quando seu paquera não é torcedor do mesmo time que o seu, você, mulher, poderá obter atenção redobrada e um bom tempo de conversa com aquela gracinha que você estava de olho.
Estou falando sério! Já utilizei essa técnica tanto para puxar um assunto quando não sabia o que falar, como para iniciar uma paquera no meio da baladinha. E deu certo!
Mas CUIDADO!! Se não entende sobre esse joguinho, não abre a boca para discutir futebol! Não tem coisa pior do que comentários errôneos e sem nenhum embasamento. E olha, pior que isso é mulher que muda de time por conta de algum namoradinho. Torcedor não é igual a jogador que sai mudando de time por uma proposta mais agradável, lembrem-se disso!
            E você palmeirense, botafoguense, flamenguista, corinthiano, vascaíno, inter, gremista e outros muitos, sou são paulina, mas podemos bater um papinho! Não tenho frescuras e saberei sempre que meu time é SOBERANO!

Regenerando a alma!: MesmO quandO tudO pareça ser o fim...

Regenerando a alma!: MesmO quandO tudO pareça ser o fim...: "Amar é ser para o outro além do que se é... Amar é transformar-se para dar ao outro além do que se pede... Amar é sentir falta do outro, ..."

Maravilhoso texto que pude ler por esses blogs da vida!!!

sábado, 23 de julho de 2011

A internet não é ringue.



Segue texto que vi hoje no cursinho que estou fazendo:


"Você já discutiu relação por e-mail? Não discuta. O correio eletrônico é uma arma de destruição de massa (cerebral) em caso de conflito. Quer discutir? Quer quebrar o pau, dizer tudo o que sente, mandar ver, detonar a outra parte? Faça isso a sós, em ambiente fechado. Pessoalmente a coisa pode pegar fogo, até sair agressão verbal e mesmo física. Mas a chance maior é que vocês terminem praticando o melhor sexo do mundo e trocando juras de amor eterno.

Brigar por e-mail é muito perigoso. Existe pelo menos um par de boas razões para isso. A primeira é que você não está na frente da pessoa. Ela não é “humana” a distância, ela é a soma de todos os defeitos. A segunda razão é que você mesmo também perde a dimensão de sua própria humanidade. Pelo e-mail as emoções ficam no freezer e a cabeça no microondas. Ao vivo, um olhar ou um sorriso fazem toda a diferença. No e-mail todo mundo localiza “risos”, mas ninguém descreve “choro”.

Eu sei disso, porque cometi esse erro. Várias vezes. Nunca mais cometerei, espero. Principalmente quando você ama de verdade a pessoa do outro lado. Um tiroteio de mensagens escritas tende à catástrofe. Quando você fala na cara, as palavras ficam no ar e na memória, e uma hora acabam sumindo de ambos. “Eu não me lembro de ter dito isso” é um bom argumento para esfriar as tensões. Palavras escritas ficam. Podem ser relidas muitas vezes.

Ao vivo, você agüenta berros te mandando ir para e/ou tomar em algum lugar. Responde no mesmo tom rasteiro. E segue em frente. Por e-mail, cada frase ofensiva tende a ser encarada como um desafio para que a outra parte escolha a arma mais poderosa destinada ao ponto mais fraco do “adversário”. Essa resposta letal gera uma contra-resposta capaz de abalar os alicerces do edifício, o que exigirá uma contra-contra-resposta surpreendente e devastadora. Assim funciona o ser humano, seja com mensagens, seja com bombas nucleares.

Ao vivo, um pode sentir a fraqueza do outro e eventualmente ter o nobre gesto de poupar aquelas trilhas de sofrimento e rancor. Ao vivo, o coração comanda. Por e-mail é o cérebro que dá as cartas. E só Deus sabe o quanto podemos ser inconseqüentes e cruéis quando entregamos o poder ao nosso segundo órgão preferido, segundo a sábia definição de Woody Allen.

E tem o fator fermentação. Você recebe um e-mail hostil. Passa horas intermináveis imaginando qual será a terrível, destrutiva resposta que vai dar. Seu cérebro ferve com os verbos contundentes e adjetivos cruéis que serão usados no reply. Aí você escreve, e reescreve, e reescreve de novo, e a cada nova versão seu texto está mais colérico, e horas se passam de refinamento bélico do texto até que você decida apertar o botão do Juízo Final, no caso o Enviar. Começam então as dolorosas horas de espera pela resposta à sua artilharia pesada. É uma angústia saber que você agora é o alvo, imaginar que armas serão usadas. E dependendo do estado de deterioração das relações, você poderá enlouquecer a ponto de imaginar a resposta que vai dar à mensagem que ainda nem chegou.

É por isso que eu aconselho, especialmente aos mais jovens: se for para mandar mensagens de amizade, se é para elogiar, se é para declarar amor, use e abuse dos meios digitais. E-mail, messenger, chat, scraps, o que aparecer. Mas se for para brigar, brigue pessoalmente. A não ser, claro, que você queira que o rompimento seja definitivo. Aí é só abrir uma nova mensagem e deixar o veneno seguir o cursor."


(MARQUEZI, Dagomir, Revista Info Exame, jan. 2006)



Texto maravilhoso! Cuidado com os emails que escrevem! Eu mesma já escrevi alguns que até hoje não acredito quando invento de recordar e reler!! Rs!!


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amigos!


O que seria de mim sem meus amigos? O que seria do início dos meus relacionamentos se não fossem meus amigos aqueles com quem eu conto como se deu todo o processo de início de namoro para que eles vibrem junto comigo?! O que seria da minha sanidade mental se, a cada TPM minha e briga com o namorado, eles não estivessem ali para me escutar e dar bons conselhos?! O que aconteceria comigo se, a cada fim de namoro, eu não tivesse alguém para me escutar, me dar um abraço e me colocar de volta no topo do mundo?!
Falar de amigo ou amizade é sempre difícil! Eles são simplesmente demais, e sendo demais, ficaria meio longo desenvolver um texto para meu blog e vocês acabariam não lendo a postagem.
Portanto, só venho através deste site agradecer meus amigos por agüentarem minhas crises em relacionamento e, muito além disso, por tudo o que me proporcionam fora, também, da minha vida amorosa!
Deixo vocês com uma pequena parte de um texto de William Shakespeare que qualquer dia desses irei postar por completo:

“(...) aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.  Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam;  percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos (...)”

Feliz dia do amigo! Hoje e sempre!!



terça-feira, 19 de julho de 2011

Namoro à distância



Eu quero viver a vida
Eu quero aproveitar as oportunidades
Eu quero a felicidade
E a tristeza também quem sabe

Eu sobrevivo as regras
Costumo não quebrar 
Apesar de viver a vida em meu lugar
Vou atrás de quem me merece

Viajo quilômetros
Me meto em um lugar grande e desconhecido
Mas isso não importa
Pois te encontrarei feliz por ter me visto.

(Laís Dantas, 25/01/2007)


Um dia tentei ser poeta, tentei ser grande e tentei viver um amor distante. 
Tive bons momentos. Diria até que inesquecíveis e únicos, mas foram momentos.

Hoje em dia não escrevo mais poemas ou poesias. Somente me aventuro em alguns textos onde procuro expressar meus sentimentos.

Estou mostrando esse para vocês pelo simples fato de hoje pela manhã ter me recordado dele, e daí assumi a postura que me levou a colocar ele no ar. Mesmo não achando uma boa poesia, e sim, uma tentativa frustada de escrever algo bonitinho. Mas o que mais vale é o que sentimos no coração e, naquele tempo, era isso o que eu sentia.

Finalmente: escrevam, amem e tentem. Para mim deu certo várias vezes!


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ciúmes?!



Quem aqui tem um irmão ciumento levanta o braço!!!
Tá, até hoje não sei se o que vou lhes contar foi ciúmes ou simplesmente um acidente! Por mais que todos falem que foi um acidente, nunca se sabe. Eu já jogava futebol há tempos, e ver o que eu vi foi realmente algo diferente. Foi um “acidente” meio fora do normal.
Bem, vocês devem não estar entendendo nada, mas vamos a história toda direitinha!
Eu, como exímia jogadora de futebol, aos sábados, jogava uma pelada com meu irmão e seus colegas de colégio. Todos uns 4 anos mais velhos, no mínimo. De mulher éramos eu e minha prima, também colega de colégio do meu irmão e de todos os outros meninos. Muitas vezes vinha gente de fora, assim como eu, levada por alguém daquela famosa turma A do Marista do ano 2000 (claro que era famosa! Baterista e tecladista de bandas que bombavam em certas épocas estudavam naquela turma).
E chegou o dia em que levei meu namoradinho da época para uma partida de futebol. E que partida! Lembro como se fosse hoje a vontade que todos estavam de jogar, a correria para se fazer um gol e a força (bruta) de vontade que um certo jogador estava em passar por cima de seus adversários.
Pra falar a verdade, como era tudo bem amador, era possível notar um grande número de faltas. Eu até que escutava pouco o diabinho que mandava eu acertar a canela dos adversários e cometia poucas faltas para uma boa zagueira (metida?).
Bem, voltando ao meu namoradinho em jogo: estávamos todos bem, jogando, rindo e confraternizando de forma harmoniosa quando de repente, não mais que de repente, vejo meu irmão atropelar o amorzinho da minha vida (da época). O fulaninho era um pouco manhoso, e de início fiquei rindo ao ver ele no chão, sofrendo e se contorcendo. Só acreditei que algo “grave” tinha acontecido de verdade quando me vi sozinha do outro lado da quadra enquanto estavam todos acudindo o carinha. Poxa, que namorada mais relaxada!
Fui lá, dei beijinho, acalmei e fomos ao hospital! Não é que ele tinha quebrado o braço??? Ou melhor: não é que meu irmão tinha quebrado o braço do meu namorado??? Risos!!!
Só sei que, se foi ciúmes ou acidente, esse fato rendeu um bom tempo de zuação para o lado do meu namoradinho e do meu irmão. E o que eu fiz no final das contas?? Cuidei com todo carinho do menininho do braço enfaixado! 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

E se?


Muitas são as vezes que um relacionamento acaba somente para uma pessoa. E como fica a outra?
Ouvi dizer que alguns desses “abandonados” aceitam com certa rapidez seu novo status de solteiro. Outros, porém, custam a aceitar, mas seguem com suas vidas e se esforçam para não olhar para trás. Mas, creio eu (como se não soubesse do que estou falando), que o pior caso são daquelas pessoas que simplesmente não entendem e, por isso, não aceitam.
Este último costuma sofrer de um mal comparável a cena que se segue:

[Image: penguins.gif]

 Ou seja, o seu par simplesmente faz com que você caia em uma piscina de água gelada depois de lhe dar um tabefe!
Mas e daí? Você o quer, o deseja e tenta de mil formas encontrar uma maneira que faça com que seu parceiro volte aos seus braços.
Após várias tentativas em vão parece que somente resta aceitar a partida. Mas isso é difícil demais, certo?!
A pessoa age várias e várias vezes esperando um retorno positivo. Se declara, grava cd, anda quilômetros, manda flores, manda mensagens, cartas, presentes, cestas, chocolates, aff! E como tenta. Chega uma hora que seu corpo cansa, sua cabeça lhe diz “CHEGA!” e seu teimoso coração continua apertado.
É nessa hora que você pensa: e se? Está aí a indagação que a pessoa faz a si mesma e que muitas vezes só atrasa a vida dela.
Amigos, e se você já tiver tentado de tudo e não conseguir se livrar nunca desse “e se?”? Vai continuar por toda a vida imaginando que poderia ter feito mais do que fez?
Tá, as vezes acontece de ter uma coisa ou outra a mais para fazer. Mas depois de tantas tentativas em vão, será que não chegou a hora de desistir?!
Pense bem!!

“E se eu tentar mais uma vez?”

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Conquistando territórios!



Não sei vocês, assíduos leitores do meu blog que fala, basicamente, sobre relacionamentos, mas sempre achei o máximo o jogo WAR. Começamos um jogo já com um objetivo e algumas armas, e daí você traça sua estratégia e corre atrás para ganhar aquela disputa.
Quando “decidimos” nos apaixonar entramos em um joguinho parecido com o WAR. Temos o objetivo: conquistar o parceiro; as armas: basicamente o charme, inteligência, retórica e dialética; e a estratégia: como fará para ter em seus braços a sua paixão.
Então você começa a jogar com os dados. Ataca, defende e anda pra frente (pelo menos essa é a ideia), e cada vez que se depara com aqueles pitoquinhos que tentam por tudo te derrubar, você respira fundo, joga com força seus dados e torce para que tudo dê certo!
Mas, assim como nesse joguinho de tabuleiro que por vezes demora mais de 4 horas para terminar, as jogadas da paixão podem ser lentas, cheia de perdas e muito doloridas. Cabe à pessoa respirar fundo e, caso seja necessário, traçar novas estratégias para garantir o seu prêmio.
Quando você pretende, de verdade, alcançar o objetivo do jogo, você tem que ir sempre em frente e nunca desistir. Isso não significa que você irá conseguir obter o seu amado, mas você terá tentado com todas as forças possíveis e poderá descansar em paz, depois de aceitar a derrota, se este for o caso.
Uma coisa é certa e eu aprendi jogando WAR: quanto mais você decide brincar nesse tabuleiro, mais esperto você fica. Tanto as derrotas como as vitórias nos ensinam a crescer cada vez mais fortes.
Bom jogo!

terça-feira, 12 de julho de 2011

De quem era o egoísmo?



“E você pare de dizer que a egoísta sou eu! Eu queria que meu namorado me acompanhasse aos lugares que eu vou. Você nunca queria ir, por puro egoísmo. Meu egoísmo era em cima do seu”. E foi mais ou menos assim que terminamos uma grande discussão minha com um dos meus ex-namorados.
 Quem aqui não tem seu momento de “olhar o próprio umbigo” que atire a primeira pedra! As pessoas são suscetíveis a este sentimento pelo simples fato de serem pessoas.
Não há como não querer o bem a si próprio. Há como você buscar ele sem atingir tanto uma outra pessoa. Mas, pera lá: o namoradinho não quer te acompanhar em uma simples festa de família e o egoísmo é seu por não aceitar com um sorriso na cara o grande NÃO que ele está lhe dando?!
Nossa, que raiva me dava cada vez que ele me chamava de egoísta enquanto ainda namorávamos. Claro que só tive coragem de me impor quando terminou o namoro. O que tinha a perder?
Mas pelo menos aprendi algo, se era egoísmo meu (mesmo que em cima do egoísmo dele) eu decidi erradicar com esse problema. Namorado meu não quer sair comigo? Então, ou ele me dá uma boa desculpa para eu ficar em casa ao lado dele, ou ele não me encha se eu for sozinha.
Caras, se liguem: suas mulheres não vão trair vocês simplesmente por que foram para um barzinho com as amigas! Se quiserem trair, farão isso em qualquer lugar (a mesma afirmação cabe para o caso contrário). Ei, sério, ou eu não tenho nenhum atrativo ou realmente paquerar em barzinho é mais difícil do que se imagina! Pelo menos aqui em Maceió poucos são os caras que se levantam de sua mesa para cortejar a dama da mesa ao lado (mesmo que pareça ser a mulher dos seus sonhos). Se o barzinho não tiver uma música ao vivo onde há a oportunidade de se chamar alguém pra dançar: Fudeu! (desculpem-me o palavriado)!!!
Mas voltando ao tema principal, egoísmo, acho que em todo relacionamento haverá momentos em que você será um pouquinho mais egoísta que seu par. O jeito é tentarem resolver esses probleminhas da melhor forma possível.
Você será egoísta algumas vezes e seu parceiro(a) também. Paciência! Até hoje não sei bem dizer quem era mais egoísta, eu ou o namoradinho do início da história. Mas vou ficar quebrando a cabeça? Desculpa aí, tentarei é mudar algumas coisas e tornar tudo mais simples e melhor para mim e para meus próximos namorados (e eu realmente fiz isso, o outro namorado que veio depois desse que o diga)!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

É amor?


Muitas vezes eu me perguntei se era amor o que eu sentia. Não gosto de falar “Eu te amo”, nem de escutar, por achar essa frase algo muito forte.
Tenho medo de me enganar quanto aos meus sentimentos, e mais ainda de que o outro se engane quanto ao dele. Qualquer um dos dois que enganar a si próprio, estará enganando o outro também.
Já falei e já escutei muitos “Eu te amo”, mas toda vez que um relacionamento chegava a esse nível, de início, me batia um desespero.
Quem nunca se enganou quanto ao que sentia? O amor é algo que surpreende sempre até aquele que jura ser o mais "sabido". É algo sempre novo e igual ao mesmo tempo! É um sentimento que não irá nunca sair do seu peito.
O amor não acaba, ele se transforma. Quando não há outra alternativa você tem que ver aquele que é o seu amor ir embora. É ruim, é chato, desesperador, agonizante, dolorido, mas infelizmente você pode se deparar com isso.
Já tive namorados no qual eu afirmei amar, e somente depois de um tempo, ou até depois do término, percebi que não era amor o que eu sentia. Era um carinho imenso, uma paixão, um cuidado, mas não era amor.
Então, como saber se é amor o que realmente se sente? A paixão e a necessidade as vezes se fazem passar pelo amor, mas não o são.
Deve-se tomar muito cuidado antes de falar que ama alguém. Não há uma fórmula que você poderá usar para saber se realmente é amor o que está sentindo. O que se pode fazer é esperar o momento certo até perceber que seu relacionamento realmente lhe complementa e que é esta a pessoa com quem você quer viver e quer cuidar aconteça o que acontecer.
Eu já falei um “eu te amo” sem ter certeza, e machuquei muito por conta disso. Não quero novamente cometer esse erro e nem quero que o cometam comigo!
Ninguém merece neh?!

domingo, 10 de julho de 2011

Contra a parede



Nossa, quem aqui já terminou um relacionamento e continuou amiga do ex? Alguém? Eu já!
É uma coisa boa ter aquele amigo que sabe de toda a sua vida e todas as suas vontades. Sempre fui a favor de amizade entre ex-namorados! Por isso tentei continuar amiga de um deles...
Mas, nem todo mundo entende essas amizades. Um namorado (vamos chamá-lo de X) que veio depois desse meu ex-namorado-agora-amigo (vamos chamá-lo de Y), não conseguia entender como eu ainda podia falar e com o menino. Posso com um troço desses?
Nunca vou esquecer: Estava eu em uma festinha com o X, quando de repente, chega o Y para a mesma festa. Este trazia consigo um vinho de qualidade um pouco duvidosa, mas que eu adorava! Claro que ele levou a garrafa para a aniversariante, que curtia muito também essas bebidas tipo “Sangue d´boi”.
Em determinada hora, abre-se o vinho! Eu estava a me servir no copo quando o Y estende a mão com o copo dele vazio como forma de pedir para que eu o servisse. X, muito ciumento, sussurrou em meu ouvido que “caso você sirva vinho para esse idiota, eu vou embora”.
O que fazer??? Ser grossa e deixar meu amigo sobrar, ou servir ele e esperar para ver a reação do namorado?
Claro que eu servi!!!
Puts, o Sr. X saiu do meu lado bufando e tive que correr atrás. Expliquei todo o meu lado e ele não entendia. Achei melhor deixar ele ir embora para depois conversarmos.
E chegou o outro dia! Tinha jogo da Seleção Brasileira e lá estava eu tomando uma cachaça na casa dos amigos de X.
De repente X me coloca na parede:
- Ou você é amiga do Y, ou você é minha namorada!
- Olha, meus amigos vem em primeiro lugar! (eu disse, saindo logo em seguida para criar aquele clima de insegurança e terror!!)
E presta atenção, pois deu certo! Esta indo ao ponto de ônibus com um passo muito seguro e firme, sem nem olhar para trás, e ele veio me segurar.
Claro que tive que explicar, de qualquer forma, que estava com ele, e que o Y não passava de um mero amigo e que ele poderia ficar tranqüilo. Ah, disse também que odiava quando me colocam contra a parede e que de uma próxima vez ele não conseguiria me segurar.
No final de tudo continuamos juntos e eu amiga de Y.
É por isso que eu digo: quando você quer se impor, faça isso de verdade. Não é interessante ficar voltando atrás por causa de outras pessoas. 

sábado, 9 de julho de 2011

Clube de Regatas Amor



A cada dia que se passa na minha vida percebo que na verdade não existem tantas formas de amor, e sim, tantas formas como as pessoas o encaram.
Para exemplificar o que digo usarei daquilo que tanto gosto, o futebol.

Em um jogo há somente um tipo de bola e várias posições de jogadores. Neste caso usaremos a bola para representar o amor, e as posições em campo, as pessoas.
O goleiro é aquele que está sempre na defensiva, se coloca como uma verdadeira muralha diante de uma bola prestes a adentrar em sua rede.

Temos o zagueiro, aquele jogador que se encontra na defesa na maior parte do tempo, guardando o campo para que não tenha decepções. As vezes se aventura a um ataque, mas como não sabe bem lidar com isso, muitas vezes não obtém sucesso.

O lateral é o cara que, uma hora ataca, outra hora defende, o que for mais conveniente ao momento é como ele irá agir. O seu ataque à bola é geralmente ligeiro, não costuma ser duradouro.

No meio do campo encontramos os jogadores que estão sempre prontos para atacar a bola, apesar de, as vezes, sentir a necessidade de defender-se para que não ocorra grandes danos.

Por último temos os jogadores que estão dispostos a dar tudo de si e partir para o ataque. O atacante é insaciável, e seu primordial objetivo é obter sucesso com a bola e fazer com que ela siga seu rumo até o gol.

Assim, é possível imaginar, por meio do futebol, que existem várias formas de encarar o amor.